terça-feira, 12 de janeiro de 2016
AS VITRINAS DA AI NÃO SÃO APENAS UMA MOSTRA NEM UMA MONTRA
Artigos 3º, 4º, 9º,12º, 15º,17º, 26º e 29º da DUDH
Rapidamente a atividade revelou-se num projeto de interesse pedagógico, já que um olhar atento fez-nos pensar na polivalência dos painéis que informam, de forma apelativa, sobre alguns dos artigos da Magna Carta dos princípios da ação humana do século XX.
Artigos 1º, 2º, 5º, 7º, 14º,
18º, 20º, 25ºe 28º da DUDH
Os alunos gostam de ver e de contribuir no contexto de um material aberto à recriação.
Ficamos à espera.
Coordenadora do PDH/AI
Fotografias de Jorge Barros
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Sarau de Natal do Agrupamento de Escolas de Ermesinde
No dia 17, início das férias de Natal, alunos, encarregados de educação e familiares responderam em grande número ao convite para uma noite de festa e convívio no Polivalente da Escola Secundária de Ermesinde. O Sarau do Agrupamento de Escolas de Ermesinde, integrado no projecto ArteT (arte para todos), contou com a atuação do Grupo Coral Iris Corus da Associação Académica e Cultural de Ermesinde, do Clube de Musica 5 (alunos do 5º ano), do clube de Música 6+ (alunos do 6º e 7º anos) e com o Solo Instrumental de saxofone alto, pela aluna Telma Fontes do 10.º ano. Contou ainda com a realização de um presépio humano, pelos alunos do 12.º I da ESE e, claro, com a participação entusiasta da comunidade escolar e seus familiares.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Convite - Sarau de Natal - 17 Dezembro
Convida-se toda a comunidade escolar a assistir ao Sarau de Natal que terá lugar no dia 17 de Dezembro, pelas 21.30h, no polivalente da Escola Secundária de Ermesinde.
Contamos com a vossa presença!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
1ª Eliminatória das Olimpíadas da Matemática
Realizou-se no dia 11 de novembro de 2015 a 1ª Eliminatória das Olimpíadas da Matemática.
Os alunos mais bem classificados do Agrupamento foram os seguintes:
Categoria Júnior
1º) Isabel Teixeira, nº14, E7ºC – 24 pontos
2º) Mariana Morais, nº23, E7ºC – 23 pontos
Categoria A
1º) Ricardo Jorge Brandão, nº14, A9ºA – 28 pontos
2º) Armando Teixeira, nº8,E 9ºB – 27 pontos
Categoria B
1º) Joana Rocha, nº11, 12ºC – 19 pontos
2º) Ruben Costa, nº21, 12ºE – 15 pontos
Parabéns a todos!
Presépio Humano - Turma 12ºI
A turma 12º I criou um Presépio Humano de cariz etnográfico que representa diferentes figuras que se destacavam na antiga aldeia de Ermesinde.
Podemos aí ver representados, os Pastores, as Lavadeiras do Rio Leça, as Lavradeiras e
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Atividade do Departamento de Ciências Sociais e Humanas sobre a Encíclica “Laudato Si” do Papa Francisco
O Departamento das Ciências Sociais e Humanas, do nosso Agrupamento, definiu para este ano letivo a realização duma atividade que envolvesse as várias disciplinas, cujo tema seria a Encíclica “Laudato Si”, do Papa Francisco, sobre a problemática ecológica nas suas diversas facetas.
Os objetivos iniciais da atividade foram amplamente ultrapassados, uma vez que extravasaram o âmbito do Departamento e permitiu uma interdisciplinaridade com o Departamento das Expressões, numa parceria entre as disciplinas de Filosofia, Educação Moral e Religiosa Católica e Desenho A.
Todos os meses será enviado para o email uma mensagem retirada da Encíclica “Laudato Si” ilustrada pelos alunos do 11º Ano de Artes Visuais.
Não podemos deixar de fazer um agradecimento especial ao Professor Fernando Alves que, desde a primeira hora, se prontificou a colaborar connosco.
A Coordenadora do Departamento das Ciências Sociais e Humanas
Fátima Nogueira
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
DIA INTERNACIONAL DA FILOSOFIA – 19 Nov. 2015
No passado dia 19 de Novembro, no âmbito da comemoração do dia Internacional da Filosofia, a Escola Secundária de Ermesinde recebeu, com auditório cheio, o Professor Luís Veríssimo, para uma sessão-debate em volta de um tema tão antigo como controverso, e enquadrado perfeitamente na atualidade recente, O Problema da Guerra Justa.
Esclarecendo primeiro que a sessão desenvolver-se-ia sobre o campo moral da questão, começou com a seguinte questão “Poderão existir guerras justas?”. Rapidamente, aquilo que seria uma palestra dirigida pelo convidado, tornou-se numa exaustiva discussão entre o locutor e a plateia, contribuindo para uma maior cativação do interesse do público havendo uma diversificada participação ao longo de toda a sessão. Em primeiro lugar, não só foi referido o caráter injustificável da guerra como conflito armado, tal como alguns membros do auditório defenderam, como ainda, que, em caso de ataque, existe direito à legítima defesa momentânea como medida de proteção e atenuação do problema. Já em caso de retaliação/contra-ataque não momentâneo, isso seria considerado um ato de vingança gerador de maior conflito propulsor da sua continuidade e não da sua opressão, como seria desejado.
O orador foi aproveitando as intervenções do auditório e os seus argumentos para apresentar as diversas teorias defendidas por diversos filósofos ao longo da história: os Pacifistas e os Realistas, que, face à questão inicial, respondem negativamente, mas são ainda assim muito diferentes entre si; e os defensores da Teoria da Guerra Justa (Tradicional) e defensores da Teoria da Guerra Justa (revista/contemporânea) que, em posição contrária às anteriores, respondem afirmativamente.
De seguida, esclareceu que para os Pacifistas todas as guerras são injustas, pois implicam provocar deliberadamente a morte a outros seres humanos, enquanto que, para os Realistas, os conceitos de justo ou injusto não se aplicam à guerra, defendendo que, quando nos encontramos perante assuntos de política internacional, a guerra trata-se apenas de um meio de preservar a soberania de um estado face aos outros seguindo a analogia do “conquistar ou ser conquistado”.
Por oposição, os Teóricos da Guerra Justa acreditam na possível existência de moralidade na guerra, e que por vezes, se estas obedecerem a um certo conjunto de critérios, podem ser consideradas justas. Assim, é o conjunto desses critérios que define e demarca cada uma destas teorias, quer a Tradicional, quer a Contemporânea, critérios esses que são portanto agrupados segundo 3 grupos: just ad bellum (critérios que focam principalmente as condições em que será justo iniciar uma guerra, como a existência de uma causa justa, entre outros); just in bello (critérios que definem como deverá ser a conduta dos militares numa situação de guerra, como por exemplo a discriminação e imunidade dos não-combatentes); e just post bellum (critérios que caracterizam como deve ser o tratamento dos vencidos de guerra). Assim, se perante uma situação de guerra, todos estes critérios, desenvolvidos e aperfeiçoados por vários filósofos ao longo dos séculos, forem cumpridos, as guerras poderão, aos olhos destas teorias, ser consideradas justas.
Como seria no entanto de esperar, não se saiu da sala com uma verdadeira conclusão face ao problema inicial, mas saíram sim, os alunos, com mais um assunto para debater em casa e mais um motivo para ponderarem sobre a atualidade que nos rodeia.
Maria Carolina Brás – 11ºB
Rúben Araújo – 11ºB
Esclarecendo primeiro que a sessão desenvolver-se-ia sobre o campo moral da questão, começou com a seguinte questão “Poderão existir guerras justas?”. Rapidamente, aquilo que seria uma palestra dirigida pelo convidado, tornou-se numa exaustiva discussão entre o locutor e a plateia, contribuindo para uma maior cativação do interesse do público havendo uma diversificada participação ao longo de toda a sessão. Em primeiro lugar, não só foi referido o caráter injustificável da guerra como conflito armado, tal como alguns membros do auditório defenderam, como ainda, que, em caso de ataque, existe direito à legítima defesa momentânea como medida de proteção e atenuação do problema. Já em caso de retaliação/contra-ataque não momentâneo, isso seria considerado um ato de vingança gerador de maior conflito propulsor da sua continuidade e não da sua opressão, como seria desejado.
O orador foi aproveitando as intervenções do auditório e os seus argumentos para apresentar as diversas teorias defendidas por diversos filósofos ao longo da história: os Pacifistas e os Realistas, que, face à questão inicial, respondem negativamente, mas são ainda assim muito diferentes entre si; e os defensores da Teoria da Guerra Justa (Tradicional) e defensores da Teoria da Guerra Justa (revista/contemporânea) que, em posição contrária às anteriores, respondem afirmativamente.
De seguida, esclareceu que para os Pacifistas todas as guerras são injustas, pois implicam provocar deliberadamente a morte a outros seres humanos, enquanto que, para os Realistas, os conceitos de justo ou injusto não se aplicam à guerra, defendendo que, quando nos encontramos perante assuntos de política internacional, a guerra trata-se apenas de um meio de preservar a soberania de um estado face aos outros seguindo a analogia do “conquistar ou ser conquistado”.
Por oposição, os Teóricos da Guerra Justa acreditam na possível existência de moralidade na guerra, e que por vezes, se estas obedecerem a um certo conjunto de critérios, podem ser consideradas justas. Assim, é o conjunto desses critérios que define e demarca cada uma destas teorias, quer a Tradicional, quer a Contemporânea, critérios esses que são portanto agrupados segundo 3 grupos: just ad bellum (critérios que focam principalmente as condições em que será justo iniciar uma guerra, como a existência de uma causa justa, entre outros); just in bello (critérios que definem como deverá ser a conduta dos militares numa situação de guerra, como por exemplo a discriminação e imunidade dos não-combatentes); e just post bellum (critérios que caracterizam como deve ser o tratamento dos vencidos de guerra). Assim, se perante uma situação de guerra, todos estes critérios, desenvolvidos e aperfeiçoados por vários filósofos ao longo dos séculos, forem cumpridos, as guerras poderão, aos olhos destas teorias, ser consideradas justas.
Como seria no entanto de esperar, não se saiu da sala com uma verdadeira conclusão face ao problema inicial, mas saíram sim, os alunos, com mais um assunto para debater em casa e mais um motivo para ponderarem sobre a atualidade que nos rodeia.
Maria Carolina Brás – 11ºB
Rúben Araújo – 11ºB
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
São Martinho na D. António Ferreira Gomes
No dia 18 de novembro, comemorou-se pelo 5º ano consecutivo o Dia de S. Martinho, na Escola Básica D. António Ferreira Gomes, que motivou alunos, professores e funcionários e atraiu a visita de muitos Encarregados de Educação.
A partir das 14h decorreu a Feira de S. Martinho com venda de produtos locais e tradicionais, sob a orientação dos Diretores de Turma, que se envolveram ativamente na dinamização da banca da respetiva turma e na motivação dos alunos.
Associado à comemoração do Dia de S. Martinho, foi promovido um concurso de escrita criativa alusiva a esta efeméride, que decorreu na Biblioteca Escolar, entre as 14h e as 15h e em que estiveram envolvidos 21 alunos do 2º e 3º ciclos.
Durante a tarde, não faltaram as danças tradicionais, que coloriram com alegria, música e boa disposição esta atividade. Após as danças foi realizado o Magusto com sabor especial dado pelos assadores de castanhas e pela fogueira tradicional e que terminou com a oferta de um caldo verde.
As várias iniciativas dinamizadas neste dia proporcionaram um agradável convívio entre todos os participantes. Foi intensificada a relação escola/família e fomentado o envolvimento dos Encarregados de Educação, assim como a participação ativa de toda a Comunidade Educativa.
(clicar nas imagens para aumentar)
terça-feira, 24 de novembro de 2015

Na semana de 23 a 26 de novembro (23 e 24 DAFG; 25 e 26 ESE), no âmbito da comemoração do “ Dia Mundial da Ciência”, o departamento das Ciências Experimentais irá levar a cabo um conjunto de iniciativas (elencadas abaixo). Com a dinamização destas atividades pretendemos promover o estudo das Ciências, divulgar a Ciência e tornar a sua aprendizagem divertida e motivadora.
Convidamos toda a Comunidade Educativa a participar nestas atividades.
Atividades :
- Feira de Minerais (23 e 24 na DAFG - Biblioteca; 25 e 26 ESE –Bloco B)
- Exposição de Trabalhos elaborados pelos alunos
- Atividades associadas ao Ano Internacional da Luz, em colaboração com o projeto Experiências…e não só.
- Palestras com o objetivo de sensibilizar e motivar a Dádiva deSangue, numa prespetiva de Saúde, Solidariedade e Cidadania (9º e 12ºano) dinamizadas pelo Centro de Sangue e da Transplantação do Porto (CSTP).
- Atividades dinamizadas pelo CIIMAR Palestras - Campanha Ocean Action
- Pedipaper de Físico-Química
- Conferências sobre temas da Física e da Química
O Departamento das Ciências Experimentais
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Dia Internacional da Filosofia - citações
Citações de alunos(as) de 10ºano do ano letivo 2014/2015
- “No início do ano letivo não tinha consciência do que era a filosofia e quanto era importante na minha vida.”
- “ A filosofia fez-me olhar e pensar nas coisas de uma maneira diferente.”
- “As minhas expectativas foram superadas, uma vez que no início do ano achava que não ia gostar da disciplina. No final do ano a minha opinião mudou, pois a filosofia ajudou-me a refletir sobre vários temas” “alertou-me para a realidade e para os problemas do mundo”.
- “A filosofia levou-me a pensar em alguns problemas da atualidade de maneira diferente”, conseguimos questionar coisas que dantes não questionávamos.”
- “ Eu aprendi a gostar mais da filosofia e consegui mudar a minha forma de ver o mundo.”
- “Aprendi a”filosofar”. Aprendi que, ao contrário do que pensava, a filosofia é algo muito importante e essencial à vida do homem.”
- “ Depois de um ano de filosofia, não diria o que ficou mas sim o que mudou…"
A filosofia é capaz de nos pôr a pensar, de nos fazer crescer. Temos que ser mais autónomos, temos que ser capazes de defender a nossa posição, apresentar os nossos argumentos.”
-“Com esta disciplina aprendi a refletir mais sobre determinados assuntos que me eram indiferentes e a saber dar a minha opinião. Aprendi a defender os meus pontos de vista com argumentos e a contra argumentar as posições dos outros.”
- "As aulas de filosofia contribuíram bastante para o desenvolvimento da capacidade crítica, para aprender a partilhar opiniões e ideias, ouvir mais os outros, saber argumentar."
- “Tenho plena consciência do convite que nos foi feito na primeira aula, assim como tenho a noção de que não aproveitei da forma que me era permitido - o desafio mantém-se para o próximo ano.”
- “No início do ano letivo não tinha consciência do que era a filosofia e quanto era importante na minha vida.”
- “ A filosofia fez-me olhar e pensar nas coisas de uma maneira diferente.”
- “As minhas expectativas foram superadas, uma vez que no início do ano achava que não ia gostar da disciplina. No final do ano a minha opinião mudou, pois a filosofia ajudou-me a refletir sobre vários temas” “alertou-me para a realidade e para os problemas do mundo”.
- “A filosofia levou-me a pensar em alguns problemas da atualidade de maneira diferente”, conseguimos questionar coisas que dantes não questionávamos.”
- “ Eu aprendi a gostar mais da filosofia e consegui mudar a minha forma de ver o mundo.”
- “Aprendi a”filosofar”. Aprendi que, ao contrário do que pensava, a filosofia é algo muito importante e essencial à vida do homem.”
- “ Depois de um ano de filosofia, não diria o que ficou mas sim o que mudou…"
A filosofia é capaz de nos pôr a pensar, de nos fazer crescer. Temos que ser mais autónomos, temos que ser capazes de defender a nossa posição, apresentar os nossos argumentos.”
-“Com esta disciplina aprendi a refletir mais sobre determinados assuntos que me eram indiferentes e a saber dar a minha opinião. Aprendi a defender os meus pontos de vista com argumentos e a contra argumentar as posições dos outros.”
- "As aulas de filosofia contribuíram bastante para o desenvolvimento da capacidade crítica, para aprender a partilhar opiniões e ideias, ouvir mais os outros, saber argumentar."
- “Tenho plena consciência do convite que nos foi feito na primeira aula, assim como tenho a noção de que não aproveitei da forma que me era permitido - o desafio mantém-se para o próximo ano.”
terça-feira, 17 de novembro de 2015
19 de novembro 2015 – Dia Internacional de Filosofia
Os participantes nas jornadas internacionais “Filosofia e Democracia no Mundo”, organizadas pela UNESCO, nos dias 15 e 16 de fevereiro de 1995 em Paris, elaboraram um documento intitulado “Declaração de Paris em Prol da Filosofia”. Neste, afirmaram por exemplo o seguinte:
“A atividade filosófica, como prática livre de reflexão, não pode considerar nenhuma verdade como definitivamente adquirida e incita a respeitar as convições de cada um, mas não deve em caso algum, sob pena de se negar a ela mesma, aceitar doutrinas que neguem a liberdade de outrem, achincalhando a dignidade humana e originando a barbárie.”
Na sequência destas jornadas e do documento referido, a UNESCO instituiu em 2002 o Dia Internacional de Filosofia, que deverá ser celebrado na terceira quinta-feira do mês de novembro de cada ano.
No sentido de promover a importância da Filosofia na estimulação do pensamento crítico e independente, o Grupo de Filosofia da ESE associa-se a este evento conforme consta no Plano Anual de Atividades.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza na página da OIKOS
O "Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza" teve uma elevada adesão por parte de alunos e professores do nosso agrupamento. A Oikos deu o devido destaque às diversas iniciativas que tiveram lugar nas nossas escolas.
Para acederem às páginas da OIKOS, Site e Facebook, cliquem nos seguintes endereços:
http://www.oikos.pt/pt/component/k2/item/1839-a-forma-como-vivemos-a-nossa-vida-influencia-verdadeiramente-a-dos-outros
https://www.facebook.com/oikos.cd/
Projeto "bullying, stop it now"
No dia 21 de outubro a Escola D. António Ferreira Gomes, comemorou pelo 5º ano consecutivo o ”Dia Mundial de Prevenção do Bullying”. A preocupação da escola com o fenómeno em referência levou os docentes a apostar em atividades de prevenção, associando-se ao movimento "Bullying, stop it now". Perseguindo este objetivo, foi solicitado a toda a comunidade escolar que se vestisse de azul, como chamada de atenção para a “não violência”. Os vários intervenientes aderiram a esta iniciativa, concentrando-se junto à portaria para uma fotografia coletiva, símbolo de “um mar de amizade, solidariedade e tolerância”. A atividade revestiu-se de grande êxito, em grande medida pelo envolvimento e sensibilização das "madrinhas", alunas do 9º ano, junto dos "afilhados", alunos do 5º ano. Uma referência especial para a preciosa parceria da Liberty Seguros, nomeadamente pelo fornecimento de 500 t-shirt`s azuis, destinadas aos elementos da comunidade escolar envolvidos e, pelo facto se fazerem representar através do Srs. Paulo Nogueira e Manuel Fernandes. È de enaltecer a sensibilidade da seguradora para a problemática do Bullying entre jovens em idade escolar, com benefícios diretos para a Escola Básica D. António Ferreira Gomes. Nas referidas t´shirts, foram ainda coladas mãos (logotipo do movimento) de papel autocolante, recortadas por diversos elementos da comunidade escolar. A atividade culminou com a concentração de alunos e professores, junto à escadaria da entrada da escola, com o hastear da relevante bandeira do movimento "Bullying, stop it now", que agora esvoaça ao vento como uma mão gigante que impede a violência de entrar na nossa escola!
Cláudia Salema
Cláudia Salema
(clicar nas imagens para aumentar)
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